Guardar o Sábado ou o Domingo: Eis a questão!


Muitos cristãos ainda vivem confusos quanto a guarda do Sábado ou do Domingo. Na minha opinião nem o sábado nem o domingo precisam ser observados como regra bíblica. Mesmo lendo sobre a guarda do sábado, devemos observar umas coisas... Isso não era e não é tão importante para o tempo da graça, no Novo Testamento. Mas porque? Vamos lá...

Tiago, em Atos 15, fez o seguinte discurso: "Pareceu bem ao Espírito Santo e a nós não impor a vocês nada além das seguintes exigências necessárias: Abster-se de comida sacrificada aos ídolos, do sangue, da carne de animais estrangulados e da imoralidade sexual. Vocês farão bem em evitar essas coisas. Que tudo lhes vá bem." (Vs 28 e 29). Isso é repetido em Atos 21:25.

Certo homem havia sido curado num dia de sábado e foi contar aos judeus que fora Jesus quem o tinha curado. João descreve, dizendo: "Então os judeus passaram a perseguir Jesus, porque ele estava fazendo essas coisas no sábado. Disse-lhes Jesus: 'Meu Pai continua trabalhando até hoje, e eu também estou trabalhando'. Por essa razão, os judeus mais ainda queriam matá-lo, pois não somente estava violando o sábado, mas também estava até mesmo dizendo que Deus era seu próprio Pai, igualando-se a Deus" (João 5:15-18). Veja que estamos lendo que o próprio Jesus quebrantou o sábado.

Parece que o apóstolo Paulo foi questionado a respeito de algo sobre a questão de dias sagrados. Ele diz: "Há quem considere um dia mais sagrado que outro; há quem considere iguais todos os dias. Cada um deve estar plenamente convicto em sua própria mente. Aquele que considera um dia como especial, para o Senhor assim o faz..." (Romanos 14:5-6). Vejamos que Paulo não cita um dia específico, e é ai que eu entendo que somos livres para guardar o dia que quisermos, contanto que façamos para o Senhor, mas também que "cada um esteja inteiramente seguro em sua própria mente".

Penso que foi com essa convicção, estando inteiramente seguro em sua própria mente, foi que Paulo disse aos cristãos colossenses que Cristo, "havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz... Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados, que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo" (Colossenses 2:14-17).

Paulo disse aos gálatas: "Antes, quando vocês não conheciam a Deus, eram escravos daqueles que, por natureza, não são deuses. Mas agora, conhecendo a Deus, ou melhor, sendo por ele conhecidos, como é que estão voltando àqueles mesmos princípios elementares, fracos e sem poder? Querem ser escravizados por eles outra vez? Vocês estão observando dias especiais, meses, ocasiões específicas e anos! Temo que os meus esforços por vocês tenham sido inúteis." (Gálatas 4:8-11).

Sobre a guarda do domingo, vejo isso não como um mandamento bíblico, mas como uma regra inventada pela Igreja Católica e que foi adotada por igrejas protestantes que tiveram a mesma interpretação. Creio, particularmente, que o fato de Jesus ter ressuscitado num domingo, não o torna um dia sagrado para ser guardado pelos cristãos. Se assim fosse, deveríamos guardar todas as quintas-feiras pelo fato de Jesus morrer no quinto dia da semana. Da mesma forma, o fato de Paulo ter se reunido em alguns primeiros dias da semana para dar a Ceia e fazer outros cultos, não nos dá respaldo para que o guardemos como um dia santo. 

Esse é o meu pensamento sobre guardar o sábado ou o domingo. E estando eu inteiramente seguro em minha própria mente, ao ler o versículo 7 de  Hebreus capítulo 4, concluo que Deus estabeleceu um outro determinado dia para observarmos, e esse dia chama-se "HOJE".

Líder católico capixaba evita falar sobre pastor Marco Feliciano

Arcebispo de Vitória evita polêmica sobre permanência de Feliciano em Comissão

O arcebispo de Vitória, Dom Luiz Mancilha Vilela, participou, nesta quinta-feira (28), do programa Sabatina Vitória e evitou entrar na polêmica envolvendo a permanência do pastor Marco Feliciano (PSC) na Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal. A entrevista foi transmitida ao vivo pela Rádio Vitória e pelo jornal online Folha Vitória.

"Eu não tomaria nenhuma atitude de acusação porque não o conheço. A Igreja é pelos direitos humanos. Alguém que tiver na presidência dessa comissão tem que ser alguém que corresponda aos direitos humanos. Se não houver, é uma contradição", limitou-se a dizer o arcebispo.

Durante a entrevista, o religioso falou ainda sobre a participação de padres na política. Segundo ele, a Igreja não recomenda que se misture a religião com questões partidárias. "A missão dele é outra. Quando o padre assume compromisso partidário ele está empobrecendo sua missão e divide quando na verdade deveria unir".

Dom Luiz falou ainda sobre a perda de fiéis da Igreja Católica. Segundo ele, apesar de muitos terem saído, outros estão chegando para fortalecer o catolicismo no Estado. Atualmente são 1.025 paróquias e outros templos estão sendo erguidos. "A Igreja está viva. Estamos construindo igreja porque não está cabendo as pessoas", destacou.

Sobre o novo papa Francisco, o arcebispo destacou sua simplicidade e humildade. "Essa cultura do luxo não pode fazer parte do testemunho da Igreja", destacou.

Fonte: Folha Vitória

Então vamos generalizar tudo?


Vamos supor que um funcionário de uma empresa rouba algo do patrão. Podemos dizer que todos os funcionários são ladrões? Você responderia: "Claro que não!"

Se um universitário numa faculdade ofende o professor negro o chamando de "preto", podemos dizer que todos os alunos são racistas? Você diria que não podemos generalizar.

E se um político está errado, agindo com corrupção, podemos dizer que os outros também são? Você diria que não, pois há exceções.

Um cantor sertanejo é preso com drogas e outras demais coisas ilegais...Será que podemos dizer que o Daniel, o Zezé de Camargo, o Sérgio Reis e outros demais sertanejos também usam drogas e fazem coisas ilegais? Você responderia que é um absurdo afirmar isso.

Numa família composta por pai, mãe e 5 filhos, se um filho fuma cigarro e é alcoólatra, quer dizer que os outros membros dessa família também fazem o mesmo? É claro que você diria que não.

Um padre abusa de uma criança de 6 anos na igreja... Podemos dizer que os padres Fábio de Melo, Zezinho, Marcelo Rossi, Reginaldo Manzotti, e outros demais padres, incluindo o que atua na igreja católica que você frequenta, são também pedófilos?

Pois bem. Agora eu pergunto: Porque quando UM PASTOR erra, rouba ou prega algo errado, todos os outros levam a fama de safados, ladrões, etc? 

Pense nisso!

Tradição religiosa ou Palavra de Deus: o que seus pais lhe ensinaram?


"Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando ela  envelhecer não se desviará dele" (Provérbios 22.6).

"Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa; para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra" (Efésios 6:1-3).

E se meus pais falarem para eu fazer o que a Bíblia condena? O que fazer se meus pais estiverem me ensinando errado e sabendo eu o certo?

Os textos a cima têm sido a base de religiosos orientarem os filhos a não deixarem a religião dos pais. "Nasci nessa religião, meu pai é dessa religião, vou morrer nela", insistem alguns. 

O texto de Provérbios não deve ser aplicado como base somente no ensinamento religioso, mas também nas áreas sociais da vida da criança. Mas, ao aplicá-lo no seguimento religioso, deve se considerar o seguinte: ensinar o errado ou o certo. Qual pai educaria o filho no erro? Infelizmente há pais fazendo isso. 

Já o texto de Efésios 6:1-3 não trata de religião, mas sim do Senhor Jesus. Veja que Paulo diz "sede obedientes a vossos pais NO SENHOR" e não "na religião". Se seus pais pela religião mandam uma coisa e o Senhor pela sua Palavra manda outra, qual você irá obedecer? Pense nisso... Não podemos nos esquecer que Paulo não está falando só aos filhos, mas também aos pais. No versículo 4 ele diz: "E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor" (Efésios 6:4).

Veja que é para os pais criar os filhos na doutrina e admoestação do Senhor! Falar aos filhos para permanecer no erro religioso ou em tradições religiosas que não concordam com a Bíblia não é criá-los na doutrina e admoestação do Senhor!

O próprio Jesus nos faz entender que, para sermos seus discípulos e seguidores, devemos contrariar, além da própria vida, a família. "Se alguém vier a mim, e não aborrecer a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também a sua própria vida, não pode ser meu discípulo." (Lucas 14:26). Lembrando que "aborrecer" aqui não é proposital, mas sim espontaneamente servindo ao Senhor quando sua família não quer fazê-lo. Outra vez Jesus disse: ""Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim não é digno de mim; quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim não é digno de mim" (Mateus 10:37).

Jesus, em Mateus 15 e Marcos 7 respondeu de forma direta aos que deixavam o mandamento de Deus para reterem a tradição dos homens, tradição que era religiosa. Ele dizia: "Vocês invalidam o mandamento de Deus para guardarem a tradição que tem". O discurso de Jesus foi contraditório aos fariseus e a todos os judeus que conservavam a tradição religiosa dos antigos.

Finalizando, quero lembrar que a tradição de muitos pais, além de ser uma maneira vazia de viver, segundo entendemos na Bíblia, era algo que aprisionava as pessoas que deveriam se salvar. O próprio Pedro relatou: "Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais, mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado" (I Pedro 1:18-19).

Capixabas fazem manifesto contra Marco Feliciano


Ideia surgiu em uma república da Capital

A escolha do pastor Marco Feliciano para presidir a Comissão dos Direitos Humanos da Câmara continua dando o que falar, e no Espírito Santo o panorama não é diferente. Desta vez um grupo de amigos se reuniu neste domingo (24) em uma república, no bairro Ilha De Santa Maria, em Vitória, e confeccionou cartazes para mostrar a mensagem: "somos jovens cristãos, negros, universitários e Marco Feliciano não nos representa".


Foto: Vitor dos Santos Pereira | CANAL CIDADÃO REPÓRTER
Vitor dos Santos Pereira | CANAL CIDADÃO REPÓRTER
Essa foi a maneira que este grupo protestou contra o pastor Marco Feliciano, escolhido para presidir a Comissão de Direitos Humanos da Câmara


Essa foi a maneira que este grupo protestou contra o pastor Marco Feliciano, escolhido para presidir a Comissão de Direitos Humanos da Câmara

Um dos idealizadores, o estudante de pedagogia Vitor dos Santos Pereira, de 24 anos, que segura o cartaz com a palavra jovens, explicou os motivos do manifesto. 

"Nosso posicionamento é contrário apenas à escolha dele para liderar essa comissão. Entendemos isso como um erro. Sobre os dizeres e declarações recentes dele em referência aos homossexuais e outros grupos, também condenamos, porém o respeitamos nesse aspecto, pois o pensamento e a liberdade de opinião é direito de cada um", ponderou o universitário. A manifestação contou com a participação de onze amigos. 

Evangélicos articulam projetos em nome da fé no Espírito Santo


Evangélicos articulam projetos em nome da fé

Culto em espaço público e fim das rave são algumas bandeiras

 Foto: Chico Guedes e Ricardo medeiros
Chico Guedes e Ricardo medeiros
Pastores da Quadrangular, Messias Donato e Rogerinho Pinheiro atuam nas Câmaras de Cariacica e Vitória


De um projeto para ceder espaços públicos à realização de eventos religiosos - somente evangélicos ou católicos - ao que proíbe que travestis e homossexuais utilizem seus nomes sociais, os vereadores da chamada bancada evangélica na Grande Vitória se articulam para fazer valer os valores que defendem.

Embora não se denominem como uma bancada unificada, parlamentares evangélicos admitem que conversam entre si, até por afinidade.

Em Vitória, os vereadores derrubaram o veto do ex-prefeito João Coser (PT) a um projeto do ex-vereador - evangélico - Esmael Almeida (PMDB). O então vereador era contra um decreto municipal que permitia que travestis e transexuais usassem o nome social que adotaram em repartições públicas, incluindo escolas. Assim, os travestis e transexuais não têm mais esse direito.

O vereador Rogerinho Pinheiro (PHS), pastor auxiliar da igreja Quadrangular, defende a decisão da Câmara. 

“Não é questão só homossexual. Eles poderiam escolher qualquer nome. Alguém poderia querer se chamar Batman ou Homem-aranha. Uma criança a partir de 6 anos em uma escola é muito mais influenciável para escolher”, alegou Rogerinho.

Ele diz ainda que o fato de ser evangélico interfere na atuação parlamentar apenas pelo fato de ter “amor pela vida”. 

“Às vezes há assuntos polêmicos na Câmara e querem trazer isso para as nossas costas. Quero o melhor para a cidade, mas quando entra na questão religiosa eu defendo os evangélicos”, afirmou o vereador.

Rogerinho já solicitou uma sessão solene da Câmara para comemorar o Dia do Diaconato Quadrangular, em maio.

Projetos

Devanir Ferreira (PRB) é pastor da Igreja Universal do Reino de Deus e também vereador da Capital. Ele não tem projetos voltados especificamente aos evangélicos e diz que o mandato serve à população em geral.

Em Cariacica, o vereador Messias Donato (PTdoB), pastor da Quadrangular, apresentou os dois primeiros projetos desta legislatura na Casa. Um deles dispõe sobre a cessão de espaços públicos para eventos de associações e igrejas.

“O projeto é para abrir as portas para que possam ser realizados cultos e eventos em prédios públicos como escolas, ginásios e auditórios”, explica ele, ressaltando, porém, que o projeto não contemplaria eventos espíritas, umbandistas e de outras religiões.

Outra evangélica na Câmara de Cariacica é Ilma Chrizostomo (PSDB), que avalia não haver uma bancada religiosa articulada na Casa e afirma que seu mandato não é voltado apenas aos evangélicos. “A gente só pede a Deus direção sobre o que vamos fazer”, diz Ilma.

Rave

O vereador de Vila Velha Almir Neres (PSD), que também é pastor evangélico, já protagonizou a apresentação de duas proposições polêmicas na Casa.

“No mandato passado fiz dois projetos que as pessoas acham que fiz por ser evangélico, mas não foi. Um foi contra as festas rave. Também lutei muito para que o kit homofobia (kit anti-homofobia, que seria distribuído pelo governo federal) não passasse. Meus projetos proíbem práticas sociais ilícitas”, afirmou Neres, que foi reeleito para mais quatro anos na Câmara.

Para Rogério Cardoso (PSDB), que também integra o time evangélico no Legislativo canela-verde, é hora de formar uma bancada. “Dá para a gente fazer uma boa bancada evangélica. É só falarmos a mesma linguagem em projetos de cunho religioso”, acredita.

Curiosamente, Cardoso é presidente de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que apura se Almir Neres contratou uma funcionária fantasma.

Bancada evangélica

Vitória

Na Capital, os vereadores evangélicos são ao menos cinco: Devanir Ferreira (PRB), Rogerinho Pinheiro (PHS), Fabrício Gandini (PPS), Wanderson Marinho (PRP) e Davi Esmael (PSB). A Casa derrubou um veto do ex-prefeito João Coser e impediu que travestis e transexuais usassem seus nomes sociais.

Cariacica

Na Câmara de Cariacica, entre os evangélicos há Ilma Chrizostomo (PSDB), Messias Donato (PTdoB). Donato acredita ser possível a formação de uma bancada “da família” no Legislativo municipal.

Serra

Uma das representantes dos evangélicos na Câmara da Serra, Neidia Pimentel (PR) diz que não faz projetos baseados em convicção religiosa, mas que os evangélicos buscam propor projetos sociais, nos quais a igreja também se engaja.

Vila Velha

Em Vila Velha, Almir Neres (PSD), Rogério Cardoso (PSDB) e Belo (PTC) fazem parte da chamada bancada evangélica. Na Câmara já surgiram projetos para proibir festas rave e barrar um kit anti-homofobia.


Fonte: A Gazeta