Vitor Belfort se converte e se diz arrependido de ensaio na 'Playboy'


Vitor Belfort diz que se arrepende de ensaio na 'Playboy'

O lutador de UFC afirmou que se arrepende do ensaio sensual que fez com a mulher Joana Prado, em 2002

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foto: Reprodução
Vitor Belfort e Joana Prado no ensaio para a Playboy de 2002. Uma das raras edições da revista com presença masculina
Vitor Belfort e Joana Prado no ensaio para a 'Playboy' de 2002. Uma das raras edições da revista com presença masculina em suas páginas


Vitor Belfort diz que se arrepende de "Playboy". O lutador de UFC afirmou que se arrepende do ensaio sensual que fez com a mulher Joana Prado, famosa pela personagem Feiticeira.

Vitor, hoje evangélico, explicou que os valores mudaram. Questionado pela revista "Quem" sobre as fotos que fez na terceira vez em que Joana posou para a "Playboy", na edição de abril de 2002, ele se disse arrependido.

Belfort e Joana tiveram um início de relacionamento bastante exposto na mídia. Eles participaram da "Casa dos Artistas", reality show do SBT, em que já estavam juntos. Depois, ela realizou o terceiro ensaio para a publicação masculina ao lado do lutador, uma presença masculina rara nas páginas da revista.

O nome de Jesus está acima de todos os nomes!

Quando criança, assistia ao seriado Chapolim. Me recordo de quando alguém se encontrava em perigo, precisando de ajuda, de socorro, dizia: "Oh! E e agora, quem poderá me defender?!", ou "Quem poderá me ajudar?!". Logo, do nada, aparecia o Chapolim, respondendo: "Eu! Chapolim Colorado!". Também me recordo de um desenho animado que eu gostava chamado de Capitão Planeta, em que chamava-se ele e ele vinha salvava em momento oportuno. Eu poderia citar outros como exemplo, mas hoje, quero falar de algo real e verídico. Nessa reflexão, quero pensar um pouco sobre o socorro, libertação e salvação através de Jesus comparados a outros meios pregados há muitos anos e porque temos que crer e chegar-se a Deus por Jesus Cristo.

Quando sua vida precisa de socorro, ajuda, e auxílio, libertação, e principalmente salvação espiritual, por quem você chama? Por quem você clama? E se algum dia você estiver perto da morte?O salmista diz que o seu socorro vem do Senhor que fez os céus e a terra (Salmo 121,2). No Salmo 124.8, ele diz que "o nosso socorro está no nome do Senhor". E se algum dia você estiver perto da morte? Dizem que pra tudo há jeito, menos para a morte. Vamos crer diferente? " Este Deus é o nosso Deus para sempre; ele será o nosso guia até à morte" (Salmo 48.14). Ele te guiará eternamente! Chame por Jesus e Ele rogará por você agora e na hora de sua morte! A Bíblia, no livro de Atos dos Apóstolos, diz que "em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu não há outro nome, pregados aos homens, pelo qual devamos ser salvos" (Atos 4.12). E o nome de Jesus está acima de todos os nomes (Filipenses 2.9).

Várias religiões ensinam e pregam salvação em outros deuses...Uns pregam salvação em Buda, outros pregam salvação em Maomé, outros em Krishna, etc. Até mesmo dentro do cristianismo ensinam que você deve crer e clamar em outros nomes! No catolicismo prega-se que a pessoa deve se dirigir aos chamados santos acendendo para ele velas e lhes fazendo preces e orações. Além disso ensinam às pessoas a depositarem fé em objetos de forma inerte, que não há espírito neles, sem vida ( Sabedoria 13.18; Jeremias 10. 14; e Salmo 115- Na Bíblia Católica, 114) e a própria Bíblia Católica os chama de infelizes por isso (Sabedoria 13.17). E quando a sexta trombeta do Apocalipse tocar, o fogo, o fumo e o enxofre matará a terça parte dos homens, e os que escaparem nem assim se arrependerão de terem adorado e crido em tais coisas (Apoc 9. 18-21). Houve tempos bíblicos em que pessoas tentaram e provocaram a Deus, viraram-se como um arco traiçoeiro com o uso e culto às imagens de esculturas e por isso Deus se indignou e os aborreceu muito (Salmo 78. 56 ao 59). Hoje o povo esta agindo da mesma forma e acha que Deus está gostando disso. E no livro de Sabedoria, livro esse que está na Bíblia Católica, diz: "Não nos extraviamos com a invenção humana de uma arte pervertida, nem com o trabalho estéril dos pintores, que pintam as suas imagens com várias cores. Elas despertam a paixão dos insensatos, que ficam entusiasmados com a forma inerte de uma imagem morta. Aqueles que fazem, desejam e adoram os ídolos, são amantes do mal e dignos da esperança que os ídolos trazem." (Sabedoria 15. 4-6).

Infelizmente, Jesus Cristo não é mais o Único crido como meio de salvação, de libertação. O Jesus que é apontado em I João 2.1 como nosso Advogado quando pecamos, é substituido na oração "Salve Rainha". Cansei de ouvir as pessoas dizendo "Eia, pois, advogada nossa!" quando os ouvia na Igreja. Maria era uma serva fiel de Deus e obediente a Ele, bom exemplo a ser seguido por todos, mas ela não está no Evangelho como advogada nossa, como padroeira, como intercessora, como medianeira. Não lemos em passagem alguma dos Evangelhos e das epístolas onde se diz que ela roga (intercede) por nós, nunca acenderam velas para ela e outros, e nunca se dirigiram a ela com preces e orações. Estou mentindo? Se Maria pode perdoa pecados e salvar alguém logo não precisaria de um salvador, certo? Pois ela mesma declarou ter um salvador: "A minha alma se alegra em Deus meu Salvador" (Lucas 1.47). Uma das provas que Maria não foi venerada é quando Jesus nasceu. Porque será que aqueles homens ao irem ver o menino Jesus também não se ajoelharam diante de Maria e não a adoraram nem lhe ofertaram dádivas? (Mateus 2.11). A resposta está em Isaías 42.8 que diz: "A minha glória, pois, não darei a outrem, nem o meu louvor às imagens de escultura". Em algumas passagens do Evangelho entendemos que Maria era vista como uma pessoa comum pelo próprio Jesus. Em Lucas 11. 27,28; Lucas 8.21 e Mateus 12. 47-49 Jesus a trata com menos importância. Já em João 2.3-4 Jesus fala com ela de forma um pouco ríspida ao ela se interferir no seu primeiro milagre. " Mulher, que tenho eu contigo?". "Que temos nós em comum?". Difícil explicar isso pregando que o primeiro milagre de Jesus foi através da intercessão de Maria! Jesus já estava ali como mediador entre Deus e os homens, pois ele é o único mediador entre Deus e nós (I Timóteo 2.5).

Quando Jó foi exortado a buscar a Deus, ele ouviu o que muitos hoje chamam de "coisa de evangélico": "CHAMA agora; há quem responda? E para qual dos santos te virarás?...Se eu fosse você, buscaria a Deus e a ele entregaria minha causa" (Jó 5.1,8). Diz um ditado popular que "Se tiver que ir ao santo, vai logo a Deus". E muito católicos falam isso...De fato, deveriam crer mesmo que nem Maria, nem Pedro, nem Paulo, nem outros chamados de santos podem fazer algo em favor deles. E nem devemos fazer preces a eles e venerá-los. Pedro não quis ser adorado...Quando um homem se prostrou diante dele para adorá-lo, ele pediu que o homem se levantasse dizendo que ele era homem também (Atos 10.25,26). Paulo, junto com Barnabé, também impediu que os homens o adorassem e disse que era homem sujeito às mesmas paixões que nós (Atos 14.15). Eles eram apenas homens instituídos por Deus e encarregados de administrar a realização dos planos secretos de Deus, e foi com essa convicção que ele disse: "Que os homens nos considerem como ministros de Cristo e dispenseiros dos mistérios de Deus" (I Coríntios 4.1). Paulo e os outros santos apóstolos não pregavam de si mesmo buscando serem venerados. Ele disse: "...nós não pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus, o Senhor" (II Coríntios 4.5). Quando João caiu na besteira de adorar um anjo, foi impedido pelo próprio anjo, que disse: "Não faça isso...Adore a Deus!" (Apoc 19.10; 22.8,9). No passado as pessoas tinham, assim como hoje, várias opções como meios de buscar à Deus, mas hoje somente uma é suficiente. É chegar-se à Deus através de Jesus!

Amigo, não há salvação fora de Jesus, não há socorro para sua vida, para sua alma se não em Jesus. Não haverá vida eterna para você se não aceitar a verdade de que Jesus é o Único Salvador e mediador entre você e Deus e decidir crer somente em Jesus como seu salvador. Somente Nele você vai alcançar o amor verdadeiro e socorro para sua alma. Se você, amigo leitor, entendeu isso, quero que saiba que Deus deseja que todos os homens se salvem e venham ao conhecimento da verdade (I Timóteo 2.4). E essa verdade é a Sua Palavra. O próprio Jesus ao pedir pela Igreja, declarou isso: "Pai, santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade" (João 17.17). Escolha hoje mesmo o que você vai fazer: Ficar com a verdade ou com a mentira? Jesus disse: "Vocês conhecerão a verdade e a verdade libertará vocês" (João 8.32). Esse é o primeiro passo. O segundo é com Jesus: "Se, pois, o Filho libertar vocês, serão verdadeiramente livres" (João 8.36). Comece a pensar sobre sua fé, sobre os ensinamentos que você recebeu como cristão sobre salvação, sobre prática da Palavra de Deus. Faça hoje uma escolha: entre os vários nomes pregados como meio de salvação, de libertação que você já buscou, você agora sabe que "Jesus pode perfeitamente salvar definitivamente os que POR ELE se chegam à Deus, vivendo sempre para interceder por ele" (Hebreus 7.25).

Psicólogo fingiu ser gari por 8 anos para provar sua tese de 'invisibilidade pública'

"Fingi ser gari por 8 anos e vivi como um ser invisível"



Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da
'invisibilidade pública'. Ele comprovou que, em geral, as pessoas
enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado
sob esse critério, vira mera sombra social. 

Plínio Delphino, Diário de São Paulo.

O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou
oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali,
constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres
invisíveis, sem nome'. Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu
comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma
percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão
social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa.
Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de
R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição
de sua vida:

'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode
significar um sopro de vida, um sinal da própria existência', explica o
pesquisador.

O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não
como um ser humano. 'Professores que me abraçavam nos corredores da USP
passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes,
esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me
ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão',
diz.
No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma
garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha
caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra
classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns
se aproximavam para ensinar o serviço. Um deles foi até o latão de lixo
pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e
serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num
grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro. Eu nunca apreciei
o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e
claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de
refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem
barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada,
parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse:
'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi.
Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar
comigo, a contar piada, brincar.

O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?
Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Aí
eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo
andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na
biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei
em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse
trajeto e ninguém em absoluto me viu. Eu tive uma sensação muito ruim. O
meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da
cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar,
não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.

E depois de oito anos trabalhando como gari? Isso mudou?
Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a
situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se
aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar
por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse
passando por um poste, uma árvore, um orelhão.

E quando você volta para casa, para seu mundo real?
Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está
inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais. Acredito
que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa. Esses
homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa
deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador.
Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe. Eles são
tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo
nome. São tratados como se fossem uma 'COISA'.